– A pedra no caminho de Michel Foucault e
– Os caminhos (e alterações de rota) de Maturana.
Estamos propositalmente agrupando, aqui, dois tópicos:
- a pedra de tropeço no caminho de Michel Foucault;
- os caminhos (e alterações de rota) de Maturana.
O início da análise do problema, nos dois pontos, é o mesmo. As propostas feitas por Maturana para correção daquilo que ele reputava um erro dos pesquisadores em IA no MIT de sua época – o objeto do pensamento durante operações, aquilo cuja síntese obtém fundamento na representação; e o sujeito, o Observador, o artífice da operação – podem ser identificadas no pensamento de David Ricardo, um filósofo economista com pensamento configurado com a possibilidade de fundar as sínteses do seu objeto de pensamento na representação. Você pode ver a seguir a pedra fundamental do pensamento de Maturana, e o Princípio Dual de trabalho de David Ricardo, e compará-los.
Mas enquanto Michel Foucault mantém suas descobertas e nos ajuda a ir além delas, distribuindo modelos resultados de configurações do pensamento em três segmentos de um espectro – aquém, diante a para além do objeto, Maturana e co-autores fazem um desvio, e vinte anos depois, parece que fazem uma autocrítica.
a percepção da contaminação, dominação mesmo,
do pensamento com o qual ‘queiramos ou não‘ pensamos,
– hoje em dia, e aqui e agora –
por configurações de pensamento
com a possibilidade, e também sem a possibilidade
de fundar as sínteses – da empiricidade objeto – no espaço da representação.
As duas configurações:
SEM e COM a possibilidade
Nosso roteiro
neste estudo
[elementor-template id=”5531″]
[elementor-template id=”4735″]
Comparação entre os modos de configuração do pensamento